Sábado, 17.03.12

Dennisa estreia-se com nova banda

Reportagem publicada no DIÁRIO em 17 de Março de 2012


Skool Daze é o nome do 4to lisboeta que a cantora porto-santense abraçou

 

Dennisa dá hoje mais um passo na sua carreira musical ao estrear-se com a sua nova banda, a Skool Daze em Cascais.

 

 

A banda lisboeta existe há alguns anos. A partir de hoje conta também com o contributo da cantora porto-santense que entra no papel de vocalista principal.
Actualmente a residir em Lisboa, Dennisa tem abraçado diversos projectos, diversificando o percurso musical que levou mais seriamente depois da 'Operação Triunfo 2007' que a deu a conhecer ao país.

A Skool Daze é formada agora por Dennisa e ainda por João Paulo Aça, nas guitarras, Ruca, no baixo e vozes, e Bruno Cruz na bateria. É uma banda de 'covers', tocando essencialmente temas internacionais dentro do pop/rock em bares e salas. As influências vão do 'vintage' ao mais comercial e actual.

"É mais uma viagem... é mais uma partilha de amor pelo que fazemos... e sem dúvida uma nova família", descreve a cantora no seu espaço na rede social Facebook. Um amor 'à primeira vista' que promete fazer mexer algumas salas de espectáculo.

No ano passado, a artista tinha formado um outro projecto musical, o 3 Aos Clássicos, com Rita Vian e Eduardo Bettencourt onde explorava os grandes êxitos dos anos 70, 80, 90. Mantinha o Dubop, um grupo de 'covers' em formato acústico voltado para o soul com o guitarrista Paulo Calado, e o Blazy, projecto de originais. Fazia também voz de suporte para Filipe Gonçalves e Agir e Vintém (Dzrt).

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publicado por Correcaminhos às 17:56 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Quarta-feira, 18.05.11

O que diz a Imprensa

Reportagem publicada no DIÁRIO em 18 de Maio 2011

na foto: Rita, Eduardo e Dennisa

Foi numa tarde de café entre três amigos ligados ao mundo da música que costumavam cantar temas antigos num género de tertúlia que se questionaram porque não um projecto com os grandes êxitos dos anos 70, 80, 90... "Porque toda a gente conhece, porque sabemos as letras de cor", incentivou a madeirense Dennisa, uma das vozes que dá vida a 3 Aos Clássicos, formado ainda por Rita Vian e Eduardo Bettencourt. O grupo foi formado e está esta noite no Club House do Porto Santo Golfe e na sexta-feira no Centro Cultural e de Congressos do Porto Santo.


3 Aos Clássicos é um dos projectos musicais que a cantora criou recentemente para contornar a 'crise' que atinge o meio artístico. Um projecto com palyback instrumental sem banda que é mais fácil de vender, destacou a porto-santense. "Foi um bocado também por isso, porque as pessoas falam da crise, e que não podem pagar e não pode ser um espectáculo grande... e nós queremos é trabalhar", afirmou, acrescentando que o importante é não parar.

O grupo canta cerca de 30 músicas do pop rock ao soul, com sucessos de Madonna, Michael Jackson, Roxette, R.E.M., Gloria Gayner e outros e alguns da actualidade que, prevêem, vão tornar-se grandes nomes do século XXI.

Além deste, Dennisa montou o Dubop, um grupo de 'covers' em formato acústico voltado para o soul. Em bares toca com o guitarrista Paulo Calado; em espaços maiores junta outros dois elementos. A par destes, continua com os Blazy. Quanto ao projecto de originais, está parado. O volume de trabalho não deixa tempo para muito mais, disse.

"Há fases mais complicadas, outras melhores. Estou numa fase excelente. Mas foi preciso continuar e não desaparecer para depois começar a entrar noutros projectos e começar a fazer outras coisas". Nesta fase inclui-se a colaboração nos coros ('backvocals') de Filipe Gonçalves e Agir e Vintém (Dzrt).

Dennisa reconhece que é um papel secundário, no entanto não a desmotiva, pelo contrário. Diz que são projectos de originais e estar incluído neles faz com que esteja dentro do meio e possa encontrar as pessoas certas para realizar um trabalho de estreia com consistência. "O estar no activo e quase não dormir e ter concertos quase todas as semanas é o que qualquer artista pode querer", confessou. "Não é fazer um bar todas as semanas, é ter um concerto para centenas e milhares de pessoas todas as semanas. É excelente. Mesmo que seja 'backvocal', não interessa (...). É uma aprendizagem enorme", disse, confessando mesmo que aprendeu e cresceu mais nestes projectos do que como cantora a solo.

Dois concertos no regresso
Dennisa está no Porto Santo na companhia dos outros dois músicos. Rita saiu da última 'Operação Triunfo' (OT). Está agora a ter alguns convites, a viver os efeitos do mediatismo. Depois há que perceber qual o caminho. "Antes da visibilidade, o que ganhamos é uma boa experiência do que poderia ser o nosso mundo enquanto artistas e dão-nos essa oportunidade durante três meses, quatro. Dão-nos oportunidade no fundo de viver aquilo a que queremos chegar", disse a jovem. "Dão-nos, tiram-nos e depois temos de trabalhar para lá chegar", acrescentou Dennisa. E para a madeirense, o segredo passa mesmo por aí.

"É importante as pessoas não se iludirem com a imagem. Eu era a concorrente mais velha e sabia mais ou menos para o que ia e sabia o que queria tirar do programa. E consegui tirar. A partir daí eu tive de trabalhar. Já passaram quatro anos e posso dizer que só agora, ao final de quatro anos, é que posso fazer o que quero e ter os músicos que quero e sentir que estou no meio mesmo e que as pessoas já me começam a conhecer pelo que eu faço, não pela imagem que tive da Dennisa na OT".

Eduardo Bettencourt não passou pelos concursos. Começou logo "a trabalhar muito a sério" e viveu quatro anos do teatro musical com Filipe La Féria. Fez 'Jesus Cristo Superstar', 'West Side Story', 'O Principezinho' e a 'Gala das 7 Maravilhas'. Depois mudou: "É uma profissão que consome todo o tempo (...) Como a minha vontade de cantar e fazer outras coisas era muita, saí".

Os 3 Aos Clássicos foi a porta de entrada no meio musical "Sinto muito a falta do palco. Aliás, estes 3 Aos Clássico, sendo um projecto de instrumentais ou sendo o que seja, para mim é um rebuçado, porque as saudades de cantar são bastantes".

O concerto de hoje integra o Open da Madeira em Golfe. O de sexta-feira está aberto ao público em geral. Os bilhetes custam oito euros.

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